sexta-feira, 9 de julho de 2010


PRECONCEITO
Às vezes formamos uma opinião sem reflexão sobre algo ou alguém, isto é, um conceito antecipado, com isso nos tornamos um pessoa preconceituosa, sendo assim igual a todas as outras pessoas.
Na sociedade em que vivemos, encontramos vários tipos de preconceito contra pessoas com necessidades especiais, contra raça, cor, religião, classe social, entre outros.
Os homens impõem que o modelo da sociedade normal seja daquela pessoa bem sucedida, que não tenha “defeitos” e tenha boa aparência perante todos.
Sobretudo precisamos enfrentar essa desigualdade social que tanto aflige o cidadão brasileiro. Devemos nos conscientizar e começar mudando nossos hábitos e pensamentos contra pessoas que sejam diferentes de nós.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A crônica que vou falar o autor utilizou assuntos do cotidiano como casa e matérias de construção, o autor também utilizou elementos da narrativa, o autor usou o ponto de vista na 3ª pessoa e foi mantida ate o final. O titulo esta super interessante pois contem palavras que chamam a atenção, ja o desfecho da crônica esta interessante pois o autor usa coisas que utilizamos no dia-a-dia. As observações que podemos ter e que o autor utiliza coisas que estão abandonadas esperando serem usadas, e que querem certamente ajudar, o mais interessante e que esses objetos não tem vida: seus formatos e suas imagens falam pro si próprios.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A crónica difere da notícia, e da reportagem porque, embora utilizando o jornal ou a revista como meio de comunicação, não tem por finalidade principal informar o destinatário, mas reflectir sobre o acontecido. Desta finalidade resulta que, neste tipo de texto, podemos ler a visão subjectiva do cronista sobre o universo narrado. Assim, o foco narrativo situa-se invariavelmente na 1ª pessoa.

Poeta do quotidiano, como alguém chamou ao cronista dos nossos dias, apresenta um discurso que se move entre a reportagem e a literatura, entre o oral e o literário, entre a narração impessoal dos acontecimentos e a força da imaginação. Diálogo e monólogo; diálogo com o leitor, monólogo com o sujeito da enunciação. A subjectividade percorre todo o discurso.

A crónica não morre depressa, como acontece com a notícia, mas morre, e aqui se afasta irremediavelmente do texto literário, embora se vista, por vezes, das suas roupagens, como a metáfora, a ambiguidade, a antítese, a conotação, etc.

A sua estrutura assemelha-se à de um conto, apresentando uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão.